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Um tal de DHA

Olá, pessoal!

Hoje  dividirei com vocês uma informação que achei mega, supe, hiper importante e que eu, antes de tomar conhecimento, nunca nem tinha ouvido falar!!

Como vocês sabem amamentei exclusivamente a Isabella até 1 ano e 6 meses de idade. Até, então, não tinha nunca oferecido qualquer leite/fórmula a ela. Depois disso, aos poucos, como já contei num post do passado, o desmame passou a ser gradual, não porque era a minha intenção, muito pelo contrário, mas porque ela mesma começou a dar sinais de que estava preparada para isso.

Porém, como já me conhecem, e não seria diferente agora, antes de decidir por qual leite oferecer a ela, passei em consulta com o pediatra e o que me foi orientado era que oferecesse o leite que melhor ela se adaptasse, afinal seria uma incógnita a reação dela com a introdução de um leite de sabor diferente ao de costume – e na minha cabeça, considerando tudo que já tinha lido e visto sobre a experiência de outras amigas, a introdução do leite seria um drama! Confesso que estava super ansiosa, pra não dizer com medo! rs

E pra minha supresa…. tcharammmm…. a introdução do leite industrializado foi sem trauma algum… como falei e acredito que assim é o mais correto a Isabella já estava caminhando para o desmame natural… minha bebezinha estava crescendo e quem estava segurando as rédeas era a mamãe aqui… E fazendo um parênteses: acho que chorei mais que ela quando vi que a Isabella estava mais preparada que eu para aquele momento… a hora dela tinha chegado e a mamadeira estava se tornando, aos poucos, sua queridinha (rs).

Bom, o fato é que, ao mesmo tempo em que eu sofria com aquela “separação”, também sentia um alívio interno por não vê-la sofrer… Chorei, pessoal, chorei muito… Toda vez que ia dar a mamadeira as lágrimas eram incontroláveis! Até agora aqui escrevendo e relembrando estou aos prantos! Mas realmente era o momento dela… Pronto!

Como falei o desmame dela foi bem gradual… Durante o primeiro mês ofereci o leite industrializado apenas uma vez por dia e fui aumentando a frequência bem aos poucos, bem aos poucos mesmo (rs), até que estava amamentando apenas uma vez ao dia e com 1 ano e 7 meses resolvemos juntas que seria o fim… Ela já não fazia qualquer questão e, percebendo, cedi… isso tem duas semanas, pessoal! Ainda estou na crise da abstinência (rs) e sinto muita falta… muita saudade!

A experiência da amamentação foi a mais difícil, surpreendente, transformadora e rica de amor que passei em toda a minha vida! Quem me segue sabe que o início da amamentação pra mim foi muito, muito difícil… como sofri… pensei que não suportaria.. mas superei, corri atrás, me doei por amor e venci! E hoje vejo o quanto tudo isso valeu a pena… e o aprendizado é que para tudo nessa vida tem a sua hora, o seu momento…

Bom, mas voltando à história do leite quando ela completou 1 ano e 6 meses, como falei a vocês, por orientação do pediatra, fui logo optando pelo leite mais conhecido no mercado (Ninho 1+) e a Isabella se adaptou perfeitamente! Uma beleza! A mãe aqui satisfeita da vida seguiu com ele até então.

Daí, há uns 10 dias mais ou menos a Nestlé mandou para teste aqui em casa um leite/fórmula chamado” NESLAC”. A princípio relutei para oferecer, afinal ela estava bem com o “Ninho 1+” e para quê mudar com algo que está tão bem? E o medo de tudo desandar? Não sou do tipo de pessoa que adora mudanças…rs. Então, guardei a caixa com as latas da forma que chegaram e pensei: “vou deixar para quando tiver coragem e daí ofereço”.

Os dias se passaram e organizando o armário, lembrei da bendita caixa e peguei para ler o folder que veio junto. Neste panfleto veio uma comparação entre algumas fórmulas que existem no mercado e a menção de um tal de DHA.

Vocês sabiam da existência desse tal nutriente denominado DHA que enriquece alguns leites/fórmulas infantis e que é de extrema importância para o desenvolvimento cerebral e visão das crianças? Pois é, gente, eu não sabia… e, portanto, nunca tinha pesquisado nada sobre isso.

Só que, como já sabem, a curiosa aqui, depois que tomou conhecimento disso tudo, correu para pesquisar, afinal na lata do “Ninho 1+” não tinha a informação de também conter esse nutriente. Claro que foi a primeira coisa que fui ver… rs

Descobri que o tal DHA – que é a abreviatura em inglês de docosa-hexaenoic-acid ou ácido docosa-hexaenoico, é um ácido graxo do tipo ômega 3, fundamental principalmente para o desenvolvimento cerebral das crianças!! E como sabemos que nem todas as crianças tem uma alimentação correta (afinal a introdução dos alimentos é complicadinha para algumas crianças) hoje temos os leites/fórmulas enriquecidos com o tal DHA para ajudar na ingestão deste nutriente tão importante – não que o leite substitua outros alimentos, óbvio, mas já que existe, por que não, né?

A importância do ômega 3 na alimentação, devido a grande divulgação hoje em dia, é de conhecimento notório: fortalece o sistema imunológico, ajuda a reduzir níveis de colesterol e triglicérides, auxilia no controle da pressão arterial, tem ação anti-inflamatória e por aí vai (não sou nutricionista e isso é o que sempre ouvi dizer (rs). E na época da gestação não é diferente e o ômega 3 é muito importante nessa fase! Eu, nesta época, tinha uma preocupação enorme com tudo o que comia! Só queria comer o que fosse bom, ideal e saudável a nós. Era meio paranóico até…rs. Vivia lendo, pesquisando e conversando com nutricionista… Mas acho que valeu a pena. Enfim… Deixo aqui mais uma das minhas experiências.

Em seguida com o nascimento e a amamentação da Isabella também aprendi que seria importante consumir alimentos que contivessem o tal ômega 3, pois através do leite materno uma forma de passar esse nutriente ao bebê seria através da minha alimentação. E corri atrás – comia muito peixe de água fria, revezava com gema de ovo , algumas sementes e linhaça que tomava batido com leite de soja. Enfim… tentei fazer a minha parte.

Daí, depois que a Isabella passou a comer alimentos variados também introduzi aos poucos os peixes e ovos como forma de enriquecer a alimentação dela. Só que, como falei antes, a introdução desses alimentos nem sempre é tão fácil… é ou não? rs

Bom, é aí que entra a ajudinha de alimentos enriquecidos… E o que eu não sabia era da existência do tal DHA enriquecendo leites/fórmulas… E nunca passou pela minha cabeça pesquisar isso! E, sinceramente… pra mim a diferença entre os leites/fórmulas expostos nas gôndolas dos supermercados era apenas quanto a marca. E agora que aprendi vejo que não é bem por aí!  A Isabella se adaptou super bem ao “NESLAC” e, hoje, optei por essa escolha. Mas existem várias outras marcas no mercado, ok?

Enfim… esta é a experiência de hoje e queria tanto dividir com vocês. Fica a dica!

Ah, esclareço que este post não é um “publi” e sim minha experiência sincera.

Obrigada Nestlé pelo envio dos produtos e a chance de conhecer um pouco mais do que é bom para as crianças.

Um beijo grande e fiquem com Deus!

neslac

 

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2 Comments

  • Reply Carlos Eduardo 21 de agosto de 2015 at 16:04

    Adorei este post, sobre uma informação muito importante e pouco divulgado aqui no Brasil.
    Minha filha nasceu no Japão, e lá há a obrigatoriedade de todos os leites para crianças serem enriquecidas com esse nutriente, estampada em letras garrafais enriquecido com DHA.

    • Reply admin 25 de agosto de 2015 at 17:35

      Nossa, que legal! Obrigada por compartilhar sua experiência… o que significa que o DHA é muito importante!

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