Maternidade, Minha Dica

Amar

Olá pessoal!

Pois é… ser mãe não é fácil! É uma delícia e enche nosso ser de alegria, porém nos tornamos uma pessoa muito diferente do que sempre fomos. Sim, aquele ditado que diz: “quando nasce um bebê, nasce também uma mãe” é a pura verdade!

Nossos objetivos e prioridades mudam completamente e nossa sensibilidade duplica! Além da vida corrida, dos mil afazeres geralmente atrasados (rs), também aparece a “tal da culpa” para completar nossa rotina. E aí aquele outro ditado que diz: “quem ama se culpa“… também passa a fazer parte da nossa vida!

E não é que a danada da “culpa” nos faz sair do eixo e perder o sono completamente! Sabe aquele dia em que o bebê não come direito, ou chega aquela visita que sempre tem um palpite contrário do que você acredita ser o certo e coerente para educar seu filho ou, ainda, quando o bebê pega um resfriadinho bobo e normal de qualquer criança e a gente já fica se achando “menos” mãe? Pois é… a tal da culpa atacando! Como isso faz mal… e olha que já passei por todas essas experiências e digo que já sofri um bocado! Já foram muitas lágrimas…

Mas e aí?

Bom, a conclusão que cheguei é que a “culpa”surge principalmente por conta da ansiedade que criamos em torno de sermos PERFEITAS… de buscarmos a perfeição na educação e criação dos nossos filhos… queremos ser 100% mães dedicadas e cumpridoras de tudo o que envolve nossos rebentos e esquecemos que “mulher maravilha” não existe… ou existe, mas só na ficção! rs

Depois que a Isabella nasceu e passei a ter mais contato com outras mães e amigas que também tiveram seus bebês não é muito difícil ouvir frases do tipo: “nossa, estou me sentindo tão mal… tão menos mãe”… e na maioria das vezes o que mais ouço é:

– não consegui fazer a papinha do meu filho e acabei dando uma industrializada;

– preciso voltar ao trabalho e colocarei meu bebê na creche;

– acabei me rendendo à chupeta;

– queria muito amamentar, mas não consegui suportar a dor, ou o leite secou ou a pressão para parar foi maior;

– insisto em oferecer comida ao meu filho, mas ele se nega a comer uma colher se quer;

– meu filho ficou doente e talvez seja porque não o tenha agasalhado direito;

– queria ter mais pique para ficar com meu filho, mas ando tão cansada;

– queria ter a casa organizada, mas não sei o que fazer para isso;

– queria me sentir mais bonita, mas minhas prioridades mudaram tanto, será que se eu deixar o bebê com a avó por algumas horas estou sendo muito egoísta? (…)

E por aí vai…

Gente… uma coisa que aprendo a cada dia é que seja qual for o meu ato ou decisão, se fiz por amor, então, foi querendo acertar. Se por algum acaso errei essa não foi minha intenção… mesmo sendo mãe (rs) também posso errar, sabiam? Errando também aprendemos! Esqueceram desse ditado? Quando amamos nos culpamos e isso acontece porque desejamos acertar 100% do tempo, porém esquecemos que não somos super heroínas e nem temos super poderes… o importante é amar… fazer por amor!

Temos que lembrar sempre que a maternidade não é uma ciência exata. Nem sempre porque fazemos uma comida deliciosa nossos filhos comerão o prato inteiro e assim por diante.

A maternidade é instinto, é doação… é amor!

Se você ama e faz todo o seu possível em nome desse amor… está no caminho do acerto! Fique tranquila e em paz!

Tenha certeza que se por algum motivo errar amando, foi por querer acertar!

Culpe-se menos e aproveite o prazer de amar! As crianças crescem muito rápido! 🙂

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2 Comments

  • Reply Carolina 24 de abril de 2015 at 20:00

    Que saudades que estava amiga dos seus posts!!
    Esse está simplismente perfeito!
    Adorei!

  • Reply silyamada 24 de abril de 2015 at 20:23

    Amigaaaa! Eu tbm estava com muitas saudades daqui… desculpa minha ausência! Obrigada pelo carinho de sempre! Um beijo enorme

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